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| Camiseta boa é camiseta furada |
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Começou com celebridades tipicamente lançadoras de tendências – sempre elas - Gwyneth Paltrow, Sienna Miller e Kate Holmes foram vistas por aí desfilando com seus modelos amorfos e com aparência de gastos. De início, as camisetas ‘orgânicas’, com tecidos de algodão mais fino ou malhas com fibras de bambu supriam as necessidades de quem queria aderir ao estilo, mas logo a moda inventou de vender modelitos propositalmente cedidos e até com pequenos furos que dão aspecto de usado.
Levou pouco tempo até que anônimos mostrassem produções ainda mais ousadas em sites de street style ou wardrobe remix (nos quais a própria pessoa se fotografa como um diário de estilo) de todo o mundo. Regatas semitransparentes combinadas com saias de cintura alta ou calças skinny com t shirts esgarçadas são os looks favoritos de quem se arrisca neste hi-lo.
“Podrinha”
lá e cá
Um dos maiores defensores da causa das “camisetas
podrinhas” no hemisfério norte é o estilista Alexander Wang que, além de ter
uma linha de camisetas nesse estilo, declara que acredita que o ideal é dormir
com a camiseta que se quer usar no dia seguinte para que ela tome ‘forma’. Ferro
de passar para quê?!
Por aqui, a moda já ganhou espaço nas gavetas dos
fashionistas e em muitas coleções vistas na temporada de inverno do Rio e
Quem quiser aderir ao visual sem recorrer à gaveta de velharias, marcas como Farm , Dress To , Osklen , Ausländer , Garagem Korova e Mercatto criaram suas versões da “podrinha”. Outras fontes de opções são os sites internacionais Bleudame e Asos , que têm muitas opções e entregam no Brasil.
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